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  • Foto do escritor: sivergs
    sivergs
  • 19 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 23 de set. de 2025


IMG. Arq. SIVERGS Verão_2026
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Setor do vestuário precisa, mais que nunca, se unir e assumir protagonismo nesse

ano e no próximo, junto aos tomadores de decisões.


Em recentes publicações nas NEWS SIVERGS, temos acertado nas dicas de moda e da política, hoje mais um apontamento se confirmou, o Dep. Fed. Paulo Pimenta (PT) não será candidato ao Governo do RS.


Em entrevista, 19/09/2025, presidente regional do Partido Trabalhadores, Valdeci Oliveira, começou a definição dos nomes prováveis para as eleições de 2026, ao que tudo indica, estão com dificuldades de manutenção das cadeiras hoje existentes, a tendência é sacrifício de uma cadeira no Senado e manutenção das cadeiras com Maneco Hassen e Miguel Rossetto, que são os mais indicados para assumir no lugar de Pimenta. Mas Valdeci deixou claro, o importante será a união de todos os partidos que tenham apoiado o PT em algum momento de sua história, para garantir a presença de Edegar Pretto no segundo turno ao Piratini.


O que importa na realidade ao nosso setor, é que precisamos que os Candidatos tanto ao Senado quanto ao Piratini, tenham compromissos sérios, claros e práticos de fomento à Indústria do Vestuário e Têxtil no RS, sem esse compromisso objetivo e descrito em seus planos, ficará evidente que postos de trabalho e emprego serão apenas discurso politico sem nenhum compromisso com a distribuição de renda através do trabalho, deixando evidente apenas palavras em torno de mais apelo social do que propriamente de formação profissional ou de criação de um ambiente para o desenvolvimento e trabalho.


Ficaremos atentos aos próximos movimentos de todos os postulantes aos cargos de 2026, no RS, cobrando compromisso com o setor de vestuário gaúcho, independente de qualquer partido, sendo quatro os compromissos básicos de fomento ao crescimento do setor: Apoio aos eventos de comercialização da Indústria de Vestuário, Produção de 50% dos Uniformes Escolares no RS, defesa aberta na Redução dos Impostos sobre o setor interno visando isonomia com plataformas internacionais e cota de importação de produtos acabados, Internalização do ICMS nas aquisições pelo Remessa Conforme do Gov. Federal. Outro ponto que vem sendo esquecido por todos candidatos é a Formação Profissional para pessoas em idade laboral, o setor de Vestuário é uma excelente oportunidade dos postulantes declarar apoio político e financeiro as iniciativas das Entidades Sindicais nessa formação de novos profissionais, incluindo o SENAI Moda RS como qualificador dos novos profissionais ou de quem queira mudar de profissão.


APOIANDO A INDÚSTRIA GAÚCHA DA MODA
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Img: Unisind/SIVERGS arq 092025
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PALESTRA SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA PARA O SETOR DO VESTUÁRIO


O SIVERGS em parceria com o Unisind/FIERGS, organiza Palestra sobre a Reforma Tributária "especificamente para o vestuário e todos seus reflexos no setor", com assessor jurídico especializado no tema com propósito de auxiliar as Indústrias, Comércio, Atacadistas, Prestadores de serviços e Escritórios contábeis (ligados à Indústria do Vestuário).


É uma oportunidade única para esclarecer aquelas dúvidas que estão na cabeça dos empreendedores.


Não fiqe de fora, faça já sua inscrição e compareça ou já mande suas dúvidas pelo formulário de inscrição AQUI.


APOIANDO A INDÚSTRIA DA MODA DO RS
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IMG: Recorte internet / Arq. SIVERGS 08/2025
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Abit prevê perda de até 5 mil postos de trabalho no setor têxtil, nesse semestre.


Em entrevista coletiva de 20/08, Fernando Pimentel da ABIT, acredita nessa retração devido ao efeito cascata que as tarifas americanas podem causar na economia, impactando toda a cadeia do setor.


Os apontamentos da entidade colocam ainda que o setor têxtil gerou 10 mil postos e o de vestuário mais 13 mil, somente de janeiro à junho/2025.


Aqui no RS, o setor de vestuário terá um impacto de 5,5% nas exportações totais, que é de US$ 33.3milhões, o percentual destinado aos EUA, como 3º destino das exportações gaúchas, atrás de Argentina e Uruguai. O Paraguai, apesar de números bastante elevados, devido as atividades de Drawback se posiciona em 1º lugar nas estatísticas, mas essa operação é apenas para utilização de mão de obra no outro país, o que não representa a "comercialização real" como Argentina, Uruguai e EUA, motivo pelo qual se descarta a posição do Paraguai que, em vendas reais, fica em 4º lugar.


O impacto no desemprego será menor no RS, pois como as atividades do setor são mais voltadas ao mercado interno brasileiro, e aquelas possíveis dispensas, poderá ser absorvidos pela própria empresa em outros nichos de trabalho, justamente pela falta de mão de obra qualificada nas regiões onde há as empresas que exportam, mas claro, não se descarta alguma dispensa por conta dessa perda de mercado.


Apesar dos dados da Abit, o importante é buscarmos formas de ampliar a participação, gaúcha e brasileira, no mercado norte americano "mesmo com tarifas". É o momento de colocar os empresários à mesa e fazer aquilo que sabem de melhor, "negociar", fazer as negociações que os governantes não conseguem fazer, sentar e conversar com seus clientes. Não podemos nos dar ao luxo de perder um mercado tão grande e os nichos conquistados com tanto trabalho e investimento, é preciso esquecer essas tarifas e retomar os trabalhos, dedicar-se aos extremos e manter cada espaço conquistado. Encare como um casamento, é na alegria e na tristeza. Vamos lá.

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