Neste valor estão incluídos os hotéis em ambas as cidades e o transporte de trem entre Londres e Paris. Alimentação, deslocamentos e o transporte local nas cidades e a passagem internacional não estão incluídos, ficando por conta de cada participante.
Atenção para o regulamento:
• Será permitido um participante por CNPJ;
• Os quartos serão divididos;
• Associados com a mensalidade em dia tem preferência no preenchimento das vagas.
Lojistas Compradores, industriais, estudantes, professores, criadores e todos envolvidos com o vestuário e a moda, tem um encontro marcado em Gramado RS no final deste mês, todos se encontrarão no Espaço RS Moda que levará as empresas gaúchas ao maior evento de moda no sul do país.
É uma nova oportunidade de negócios com varejistas de todo o país que vem ávidos por levar criatividade com qualidade em produtos para suas lojas.
Neste ano, será lançado o Projeto Cluster de Moda Gaúcha, iniciativa do SIVERGS e SICC Novo Hamburgo, e promovido pele SEDEC. GOV. RS, que disponibilizará um espaço na FENIM Fashion em Gramado RS como na FENAC em Novo Hamburgo, com propósito de debater os setores que envolvem toda a moda do RS, visando a união dos mesmos em um projeto único, da mesma forma que promover a moda gaúcha como produtos de valor agregado e gerador de trabalho com distribuição de renda.
Imprensa aliada, amplia ganhos com o Marketing e dá
ao Presidente Lula um inimigo para sua reeleição.
A um passo de sua reeleição, o Presidente Lula faz um discurso um tanto controverso em Lagartos SE, e consegue dois inimigos para disputa eleitoral com falas nada verdadeiras, escondendo a omissão dos responsáveis pela taxação americana que tem data marcada para vigorar.
Eles querem acabar com o Pix!
A primeira e a mais falaciosa foi "Os americanos querem acabar com o Pix". Não precisamos buscar longe, pegamos diretamente na fonte o site da USTR Section 301, do governo americano em 15/07/2025, e está lá, já no primeiro parágrafo, uma lista com 6 ítens relacionados, "sem nenhuma citação ao Pix". A frase é um cavalo de batalha eleitoral, mexe de saída com os brios do povo brasileiro que usa diariamente o Pix, lança a palavra "soberania" como defesa e ainda mostra um presidente disposto a lutar contra o imperialismo Yankee.
Na manifestação, há um silêncio sobre 15 de julho de 2025, e porquê? A disputa é técnica e comercial, isso o presidente e o governo não querem mencionar de forma alguma, a imprensa só propagará se o presidente falar. O único portal a publicar em 18 julho de 2025, foi oPortal de Noticias da CNI Brasil. Quem lê esse portal? Os industriais e as federações de indústrias do Brasil, as redes de comunicação deram nota de rodapé.
Ao ler sobre a abertura da investigação, o Pix se encaixaria no "comércio digital e pagamentos eletrônicos". O apontamento feito pelo USTR é que o Pix reúne duas funções em uma, a função regulatória e a função operacional, tudo dentro do Banco Central que é estatal, ou seja, cria um desequilíbrio na competição com as empresas americanas Visa e Mastercard. O BC é um órgão de estado que cumpre duas funções nesse quesito, a de jogador e de juiz ao mesmo tempo, o que é totalmente irregular em qualquer lugar livre do mundo.
Nada mais é que uma disputa comercial, que se fosse tratada como tal, sequer valeria de notas na imprensa sobre o tema, tudo seria papo passageiro. Mas em um ano eleitoral, tudo vale para conquistar o eleitor. Mas daí dizer que os EUA querem acabar com o Pix, já é demais.
A proteção aos discursos políticos e aos amigos ideológicos.
Mas vamos ao outro item que apavora o governo federal e não pode ser divulgada à sociedade brasileira. Trata-se da investigação dos americanos com as decisões judiciais brasileiras contra as empresas americanas, decisões cheias de ilegalidades, inclusive com base nas Leis Brasileiras e a própria Constituição.
Nada mais é que outra disputa jurídica e comercial, pois essas decisões judiciais contra plataformas e empresas americanas, geram prejuízos as mesmas aqui no Brasil e alguns casos lá fora também. É a tal censura judicial promovida contra as liberdades individuais dos brasileiros e de alguns americanos, que geram bloqueios, prejuízos na comercialização de anúncios, multas milionárias, ou seja, a disputa contra as Big Techs e a regulamentação delas. Essa investigação, está apontando para pessoas que o governo não quer que sejam divulgadas, mas que todos os brasileiros já sabem a quem os americanos se referem e poderá trazer apontamentos até em tribunais internacionais ali adiante. (Leia processo OAB/RS na corte interamericana)
Mas nessa mesma seara tem outro tema que é o combate a Corrupção, leia-se o 3º item na relação, pois foi revertida as decisões judiciais somente no Brasil e que agora tanto os corruptos como os corruptores, estão livres e protegidos pelo poder judiciário brasileiro, podendo agir contra os negócios americanos, os chamados compliance, que empresas americanas precisam prestar contas, lá e aqui, mas as brasileiras nem tanto. Resumo nesse ítem, as empresas americanas perdem a competitividade com as empresas brasileiras, não por competência mas sim pela corrupção.
A briga da cana de açúcar retorna.
Um 4º item, porém mais antigo da denúncia, vem desde Bill Clinton, naquela entrevista em que ele afirma ao entrevistador: "- Vocês já viram como os brasileiros trabalham a cana de açúcar por lá? São imbatíveis, jamais chegaremos naquela condição! Eles desenvolveram tudo e lideram o mundo nesse setor!". A fala era sobre o etanol brasileiro, que o programa federal desenvolveu desde a plantação até as máquinas mais modernas de produção, do plantio a colheita, da produção do açúcar até o etanol combustível.
Mas quem começou essa guerra?
Foi o Brasil, que taxou o etanol americano em 18%, unilateralmente, e nunca mais se falou disso. É disso que se trata mais uma vez, outra disputa comercial e que deveria ser tratado como tal mas foi jogada para debaixo do tapete e abandonada. Ninguém divulga isso, a questão agora vai para o campo eleitoral.
Trump ao ver o que os países faziam com os EUA, no ano passado, acabou por tarifar o mundo inteiro, abriu negociações com quem quisesse negociar, só o presidente brasileiro disse que disse NÃO, e logo depois das birras, foi à Casa Branca e tratou de ajustar tudo, exceto esses ítens que estão pendentes ainda. Agora é o próprio embaixador da USTR que quer ajustar, abriu prazo de negociações e data para entrada em vigor dos 25% de tarifa sobre produtos brasileiros, já o Presidente Lula está usando esse prazo para seus ganhos eleitorais.
E não demorou nada, ontem 10/06/2026, durante a 7ª Reunião Plenária do "Conselhão", em fala livre não deu outra, atacou o embaixador da USTR para reafirmar a soberania brasileira e de bônus gratuito, atacou a inteligência da indústria brasileira lançando uma fala nada republicana com a seguinte pergunta: "- É preciso que me apresentem um estudo, urgente, do que ganha um trabalhador americano..." e "..por dignidade e respeito ao que fazemos para o trabalhador brasileiro". Tudo isso logo após comparar o gasto público brasileiro com os gastos americanos, italianos, japoneses e tal. A pergunta que não foi respondida é justamente se esse mesmo estudo também levantará os direitos e o quanto ganha um trabalhador chinês, afinal o maior concorrente das indústrias brasileiras são os chineses e não os americanos em produtos manufaturados. É novamente o uso para campanha eleitoral puro e simples.
E o Vestuário do Brasil, será tarifado?
Até o momento não há menção de que o vestuário brasileiro será tarifado, mas em se tratando de Brasil, as negociações podem incluir qualquer setor ou qualquer ítem industrial para formalizar um acordo, agora cabe a cada setor industrial brasileiro, ficar atendo ao que os negociadores brasileiros irão propor, e os industriais devem se unir fortemente junto as Federações regionais, no nosso caso sobre a FIERGS, e sobre a CNI, que tem obrigação de defender a indústria brasileira como um todo.
Esses são os principais ítens que o governo americano apontou em 2025 e nada vem sendo feito pelo atual governo, que só espera as taxações, para usar como campanha eleitoral e esconder a omissão de não realizar o seu trabalho.
OBS.: Se tiveres dúvidas sobre os atos da USTR, o SIVERGS colocou as fontes na base desse post e podem ser conferidos diretamente no site do Gov.Us.
APOIANDO A INDUSTRIA GAÚCHA E BRASILEIRA DO VESTUÁRIO