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Notícias


Proposta melhorada, visa atender inclusive aquelas empresas que buscam retornar ao uso dos Serviços e Beneficios do SIVERGS.



O SIVERGS, visando atender a demanda de seus Associados e ex-Associados, ajustou seu formato de parcelamento para atender a todas as empresas, inclusive aquelas que se desligaram e desejam retornar a utilizar os Produtos, Serviços e BenefÍcios que o SIVERGS oferece exclusivamente aos Associados.


Esse novo parcelamento de débitos, atende as demandas das empresas que desejavam participar do RS Moda 2023 e não conseguiram utilizar os descontos de Associados, justamente por estarem com algum débito ou afastado do quadro Associativo.


Com a proximidade dos eventos de comercialização de 2024, e muitas delas com ofertas exclusivas para Associados, essa é uma oportunidade única de ficar em dia e já utilizar todos os projetos que se encontram ativos e os que vierem a surgir neste ano.



Contate agora mesmo o SIVERGS AQUI, e já comece a utilizar de todas as oportunidades.



SE ÉS VESTUÁRIO AGORA JÁ PODE FAZER PARTE DO SIVERGS.

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PRIMEIRA OPORTUNIDADE DE 2024


CURSO GRATUITO, COM CERTIFICAÇÃO SENAI,

EXCELENTE OPORTUNIDADE DE INGRESSO AO MERCADO DE TRABALHO.

SIVERGS e SENAI Moda RS, abrem inscrições para o Curso Básico de Costureiro Industrial 160h, dentro do convênio SIVERGS / SENAI MODA em Porto Alegre RS.


Esse convênio visa atender as necessidades das empresas de toda a região, com formação básica no setor de Vestuário, e para isso abre 25 vagas na região Norte de Porto Alegre, bairro Sarandi, em turno único pela manhã.


O local é conhecido da população como Faculdade SENAI porém, é um curso básico de Formação Profissional - CFP, em ambiente totalmente climatizado, professor especializado, materiais e maquinário atualizado e modernos, trazendo oportunidade para as pessoas que buscam uma qualificação para ingresso ao Mercado de Trabalho.


As indústrias de Moda e Vestuário, além de muitas Oficinas terceirizadas, sempre estão buscando profissionais qualificados para completarem seus quadros ou ampliarem a sua produção, e esse curso Básico de Costura Industrial de 160h, atende essa demanda.


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INDÚSTRIA DE MODA E VESTUÁRIO DO RS.



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INÍCIO DAS AULAS

EM 18/03/2024


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  • Foto do escritorsivergs


Moda e Vestuário perderão parte do incentivo para seu desenvolvimento.


O Governador Eduardo Leite retira projeto de lei que ampliava o ICMS base do RS de 17% para 19,5%, após uma inédita união entre os 74 setores afetados da economia do RS, que juntos pressionaram todos os segmentos da Assembléia Legislativa do estado, que pela primeira vez em seus 5 anos, acabou unindo oposição e situação em um único bloco contra o aumento.


Mas o governo não saiu derrotado. Ciente que perderia a votação, o governador Eduardo Leite assinou o plano B e deixou 5 decretos, que já reduz o fator do incentivo em 10% à partir de 01.04.2024.


  • Legislação Livro ICMS - LXIV - 38,888% a partir de 1º janeiro de 2016, nas saídas internas de produtos têxteis, artigos do vestuário e botões de plástico não recobertos de matérias têxteis, realizadas por estabelecimento industrial cuja atividade esteja enquadrada nas divisões 13 e 14, e na sub classe 3299-0/05, da CNAE, desde que as mercadorias sejam de fabricação própria e destinadas à industrialização ou comercialização pelo destinatário.


  • DECRETO 57.367 de 16.12.2023, Alteração 6.236 - Livro I, artº 23, inclui os §8 à 12, que inclui o têxtil e vestuário no §8 inclui o inciso LXIV.....



A partir de agora a união do setor Têxtil e Vestuário precisará ser forte e focada, a FIERGS já publicou posição de contrariedade nas reduções dos incentivos, afinal são eles que permitem o mínimo de concorrência com os demais entes federados. Cabe aqui lembrar que o estado de SC e SP não propuseram aumentos de base de suas alíquotas, o que faz que mantenham sua atual política de preços e que certamente colherão os frutos com vendas mais acessíveis e atrairão mais empresas e investimentos para seus estados.


O RS está extremamente bem posicionado se tivéssemos uma política de produção focada à exportação para os países do Mercosul. Porém não é o caso do Vestuário, que tem sua maior presença nas unidades sudeste, centro e sul do Brasil, dificultando a concorrência com esses estados que também possuem facilidades logísticas. Por estarmos no extremo sul, este é outro custo relevante a ser considerado.


O governador já abriu espaço para avaliação caso a caso, durante a noventena que antecede a validade do decreto, precisamos defender no mínimo o que já possuímos, ou seja, a manutenção do redutor em 38,888%, avaliar o desempenho das demais unidades federativas concorrentes e posteriormente buscar melhores condições de mercado com dados claros de crescimento para novos pleitos.


*Com a contribuição do Diretor Tributário SIVERGS, Henrique Gonzalez.

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