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Notícias

Atualizado: 25 de ago.

Img. Arq. SIVERGS_2026
Img. Arq. SIVERGS_2026

Movimentação forte em Brasília sobre o tema, incluí articulação pessoal do Pres. Lula para aprovar a MP que massacra a indústria de vestuário nacional.


Com prazo se esgotando e no meio da Campanha Eleitoral, o presidente Luís Inácio Lula da Silva entra no movimento de Brasília para aprovação da MP 1.357/2026, que dá mais um passo em direção do populismo eleitoral, nota do SIVERGS 13/05/2026, e leva junto a derrocada de um setor altamente empregador no Brasil, para beneficiar seu parceiro o presidente Xi Jinping e captar votos da população de renda mais baixa.


Como não fez seu dever de casa nos últimos 3,5 anos, o presidente precisa de algo importante para manter ativo os votos dessa massa de consumidores, que estão longe do Comércio Varejista de Vestuário e Calçados brasileiro, devido à enorme carga tributária existente na cadeia de produção nacional, dever esse, que era justamente impulsionar a indústria do país e fortificar os comércios nos 5.570 municípios brasileiros, levando produtos baratos até R$ 250,00 ou US 50. Essa MP virou uma política nefasta que demonstra sua firme intenção de desmontar a indústria nacional a ampliar o número da população dependente de AUXILIO SOCIAL (Bolsa Família), afinal é um setor com 1,34 milhão de trabalhos formais ¹ , se incluir os indiretos, chegamos à 8 milhões de pessoas, trabalhadores esses, que contribuem para a Previdência, o INSS, o IR e muitos outros impostos em cadeia.


Enquanto isso, as plataformas chinesas estão isentas de tudo, até o limite de R$ 250,00, ou seja, os produtos brasileiros são caros porque o governo não concede o mesmo benefício aqui e ainda gera postos de trabalho e distribuição de renda lá nos países asiáticos.


É HORA DE AÇÃO DE TODO O SETOR TÊXTIL E VESTUÁRIO


Unir os setores produtivos básicos em torno de um discurso claro é justamente o que o governo não deseja, levaria um esclarecimento a população justamente dessas ações que encarecem o produto interno. Um exemplo claro disso é quando uma entrevista ocorre sobre um tema como "tributação sobre o PRC - Programa Remessa Conforme" a imprensa finge não saber exatamente do que se trata, não desmistifica para a população sobre como esses tributos são realizados em cadeia com oneração cumulativa. Cabe a nós dos setores produtivos esse esclarecimento, como o caso aqui no RS, a entrevista da Secretária de Fazenda Priscila Santana, no Gaúcha Atualidades, em que a apresentadora Andressa Xavier, fez uma excelente pergunta à secretária e recebeu uma resposta totalmente infundada e não houve uma correção pela apresentadora. Precisou o SIVERGS gerar a resposta adequada e levar ao ar dias depois.

Temos que dar continuidade da proposta feita pelo ex-presidente da FIERGS Gilberto Petry, durante abertura do RS Moda 2023, "que todos os produtos das empresas brasileiras também fossem isentos até o valor de US 50 ou R$ 250,00". Essa fala deveria estar presente no âmago das declarações de todos os presidentes de entidades produtivas ou de comércio demonstrando uma união com igualdade de condições.


Neste momento, Fernando Pimentel da Abit é uma voz solitária em defesa desse setor, da menor até a maior empresa precisam ligar ou enviar e-mail diretamente ao Congresso Nacional pressionando pela derrubada da MP 1.357/2026 ou sua extinção, exigindo igualdade de condições com os concorrentes de Plataformas Chinesas, seja na isenção até R$ 250,00, seja na aplicação dos 60% de Imposto de Importação de Produtos acabados vindos pelo PRC.


ASSIM QUE A COMISSÃO FOR INSTALADA, O SIVERGS INFORMARÁ O E-MAIL DOS CONGRESSISTAS QUE APRESCIARÃO A MP 1.357/2026 PARA QUE TODOS POSSAM ENVIAR SUAS SOLICITAÇÕES DE REJEIÇÃO.


DEFENDENDO A INDÚSTRIA DE MODA E VESTUÁRIO GAÚCHO
DEFENDENDO A INDÚSTRIA DE MODA E VESTUÁRIO GAÚCHO

 
 
 
4 de ago.
1 min de leitura

Atualizado: 23 de ago.

Img: Gabinete M. Rosseto/ALRS, Cedido ao Arq. SIVERGS
Img: Gabinete M. Rosseto/ALRS, Cedido ao Arq. SIVERGS

Reunião na SEDUC RS, fecha proposta para produção parcial

dos Uniformes Escolares no RS


Após dois anos, muitas reuniões, embates duros, como na Audiência da Comissão de Educação da ALRS, finalmente o SIVERGS junto com SindVest-AU conseguem demover a equipe do Gov. RS para que parte do projeto dos uniformes escolares do RS fossem produzidos localmente.


Presente na reunião a Presidente do SIVERGS Julianna Fraccaro, seu vice Rogério Bértoli, o dep. estadual Rossetto e equipe, grupo da SEDUC liderado pelo diretor Rômulo e equipe do Gov. RS, que discorreram das mudanças que estavam propondo de forma a atender parcialmente a solicitação do setor industrial gaúcho.


Uma das mais importantes mudanças, foi que as MEs/EPPs poderão formalizar as entregas em lotes regionalizado, reduzindo significativamente o custo logístico por escola. Outra novidade é a possibilidade de formação de Consórcio das MEs/EPPs para disputa dos 9 editais destinados exclusivamente para esse porte de empresas.


O SIVERGS enviará nova consulta para as empresas gaúchas para que se inscrevam nessa oportunidade e alinharemos encontros com os interessados para produção dos lotes que possamos vencer no edital.


Agora caberá as empresas se organizarem em consórcios e participarem do certame para juntos conquistarem fatias da produção, na seqüência, mostraremos nossa capacidade de atender ainda mais as necessidades das compras do RS, bem como de outras secretarias, como as aquisições de uniformes da Brigada Militar do RS, da Defesa Civil e outros.





"FIQUE ATENTO AS CHAMADAS"


APOIANDO AS INDÚSTRIAS GAUCHA DE MODA E VESTUÁRIO
APOIANDO AS INDÚSTRIAS GAUCHA DE MODA E VESTUÁRIO

 
 
 

Atualizado: 5 de set.

Fotomontagem SIVERGS, aRQ. sIVERGS 092026
Fotomontagem SIVERGS, aRQ. sIVERGS 092026

Geração Z está com mais de 50% sem trabalho, dependentes

dos pais e tendo filhos.


Nada disso começou agora, vem lá da década de 1970, quando alguns pais viajavam ao exterior e trouxeram a ideia que o trabalho do futuro no mundo era os computadores. Todos deveriam estudar computação, programação, etc..., foi uma febre de cursos com o TK90 ligados na TV para iniciar as leituras sobre programação. Havia cursos dia e noite por todas as capitais brasileiras e para todos os gostos e bolsos.


Passaram as décadas, a informatização chegou, veio os computadores de mesa, os pessoais, os celulares, os smartphone, as smarth tv e agora a festa dos auto atendimento e as IAs, ou seja, fim dos postos de trabalho de ingresso. Soma-se a tudo isso, uma ampliação enorme dos custos de contratação com direitos redundantes ou absurdos e chegamos aos dias de hoje.


A primeira falha veio quando a sociedade permitiu que os professores assumissem o papel dos pais; o segundo foi permitir que os professores e diretores de escola defendessem o fim das aulas de EMC e OSPB (Educação Moral e Cívica e Organização Social e Politica Brasileira); em terceiro vem a aceitação dos pais da ideia dada pelos professores, diretores e psicólogos que pediram a elevação da idade mínima para o trabalho de base; logo em seguida a presença de professores ideólogos em sala de aula que retiraram toda a base de educação para reescrever o ensino fundamental. Chegamos nos anos 2000 com essas politicas que entregam os jovens de 14 anos para aviãozinho do tráfico, auxiliares de punguistas, criação do Conselho Tutelar para enquadrar os pais e retirar o pátrio poder familiar. Estamos hoje 2026 assistindo um vídeo viralizado com um jovem de 24 anos, quer processar a própria mãe que se recusa a pagar suas despesas e descobre que ao completar 25 anos, a mãe não precisa mais sustentá-lo além do alimento, com ele chorando nas redes sociais com isso.


O problema é originário, como uma empresa hoje contratará um jovem que não faz as quatro operações básicas de matemáticas sem o celular ou computador, ou não escreve corretamente o português? Ou ainda pronuncia "seje, memo, tenque, andemo ou fumo" como se fosse correto, ou coloca em uma frase 5x a palavra "tipo"! Como contratar? Não tem como!


A primeira ocorrência é que ele vem para realidade do trabalho e não se adapta, logo em seguida ele quer ser promovido ou mandar em alguém sem ao menos ter aprendido a primeira função, segue que ele quer aumento da hora trabalhada porque o plano de internet para ele jogar ou acessar mais as redes sociais durante o expediente é mais caro do que ele pode pagar. Culmina com pedido de folgas ou apresentação de 60 atestados médicos em um ano. Outro ponto é que ele não conhece o significado da palavra "produtividade", ou ainda não consegue interagir com os colegas mais velhos por falta de atenção nas aulas de história ou geografia no ensino fundamental.


Chegamos neste ano com pessoas formadas em História, depois de 8 anos de Universidade Federal (Curso de 4 anos), que formado sai totalmente militante, nunca trabalhou, se elege vereador de capital, não completou seu mandato e se candidatou a Deputado Estadual. No seu primeiro mês de trabalho, apresenta uma proposta de mudar o Hino do seu estado porque ele o considera "racista". Não esqueçamos que ele se formou em História. Sua plataforma de vida como politico é a manutenção e ampliação das cotas, não apenas no ensino, ou seja, ele defende a discriminação da população pela sua cor de pele e não por méritos. Se em algum momento esse jovem não conseguir seguir na politica, ele dará aulas de História em alguma escola pública, e formará as próximas gerações. É a escrita de Gramsci acontecendo no século XXI.


Hoje, várias entidades representativa de setores, oferecem cursos de formação técnica gratuita, mas em sua maioria é preenchido por cidadãos que já trabalharam, possuem mais de 30 anos, buscam uma mudança de perfil ou profissão, e em sua maioria já possuem a responsabilidades com a criação de uma criança.


É urgente que se restabeleça as métricas originais do ensino de 1970/80, como em países desenvolvidos, que jamais mudaram seu ensino de base, com cumprimento de carga horária presencial, avaliação bimestral, notas mínimas acima de 8,5 para português e matemática, 7,0 para as demais matérias do ensino fundamental, ampliar as exigências de conteúdo atualizado no Ensino Médio e claro, repetência de ano caso não atinja o conhecimento necessário. Faculdades de Engenharia e Medicina, não poderiam graduar com notas abaixo de 9,5. A narrativa eleitoral que diplomas abrem as portas para o trabalho, já não valem há muito tempo, é necessário além do diploma ter conteúdo prático de base, e ele só vem dos 14 aos 20 anos. Capturar os alunos com ótimas notas no Fundamental e Médio concedendo bolsas de estudo junto as Faculdades, é o melhor caminho para o país ter alta produtividade, livre de custos redundantes (como seguro desemprego e FGTS), e naturalmente eliminará as políticas assistencialistas eleitoreiras, geradoras de inflação, endividamento, propiciando assim um crescimento do desenvolvimento humano pela renda através do trabalho.


Encontramos dois vídeos com uma pesquisa bastante interessante sobre os "empregos de entrada e geração Z não trabalha", que recomendamos para relembrar os mais velhos e estimular os mais jovens a mudarem e pressionarem pelas mudanças políticas verdadeiras.



DESENVOLVENDO AS INDÚSTRIAS DE MODA E VESTUÁRIO DO RS
DESENVOLVENDO AS INDÚSTRIAS DE MODA E VESTUÁRIO DO RS

 
 
 
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