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Nova corrida para embarque não é mais suposição, nosso alerta agora é real.
A pouco mais de um mês, o SIVERGS alertou Ao setor Têxtil e Vestuário do RS que as cartas estavam na mesa e dependeria dos negociadores brasileiros se o setor entraria na mira ou não. (Veja AQUI em 10/06/2026)
Pois bem, agora a data está marcada, é em 15/07/2026 que sairá o dia em que o Brasil será ou não taxado em 25% de suas exportações para os EUA, também saberemos se o têxtil/vestuário estará na barganha.
O que já se sabe é que os EUA não querem mais brincar de bobinho com o Brasil, agora querem a coisa de forma séria. Isso está tão claro que o Gov BR já baixou norma para aumento do etanol na gasolina muito acima do permitido, reforçando que tudo aquilo que apontamos em 06/2026 está se concretizando..
Com o anúncio de Trump ontem, as coisas podem engrossar ainda mais, "como controlamos mais de 50% do petróleo do mundo, não precisamos de vocês para nada". Trump se referia ao bode que ele mesmo colocou na sala do mundo todo para negociar melhor. É o velho Trump de sempre, mostrando que não vai mais brincar com ninguém. eLE DEIXA claro que os EUA não serão mais ludibriados por ninguém, algo que o Brasil vem fazendo de mansinho há anos. Vale aqui relembrar, que Trump cumpriu tudo que disse até agora, por meios tortos, mas cumpriu. A União Europeia já gasta mais que 2% do seu PIB em defesa (e Trump vendendo), alguns países como Alemanha, ativaram sua economia com contratos que ultrapassam os 5% do PIB na defesa. O ingresso de cocaína nos EUA caíram temporariamente, mas Trump continua firme no seu propósito, a Colômbia é o próximo alvo nessa questão. Na energia, Trump praticamente assumiu o controle sobre a maior reserva de petróleo do mundo, a Venezuela, que com um processo de captura e libertação do país das garras da China, os EUA está dando as cartas em todo o norte do continente sul-americano, leia-se junto com a Grã-Bretanha. O bode de ontem, é o pedágio de 20% em Ormuz, que nada mais é do que colher um aumento no preço do barril de petróleo por algumas semanas. Agora é a vez do Brasil, o mundo está de olho.
Nessa mesa de negociações com o Brasil, Trump está não apenas dizendo à todos que o ocidente retornará ao mundo livre, como assim deverá permanecer. Se o governo Lula insistir em abraçar a China, Irã, Rússia e Coréia do Norte, não restará a Trump outra alternativa e taxar fortemente a economia brasileira (apenas 6 ítens estão de fora). Ações que a imprensa geral não divulga mas que o governo vem baixando em silêncio, como o Decreto nº 12.499/2025 taxa 5% de IOF sobre aplicações em previdência privada de montante médio/alto, é um recado claro que Lula não retrocederá em seu caminho de secar ainda mais o bolso da população e nivelar todos por baixo.
O silêncio das Confederações de Comércio e Indústria brasileiros, bem como das Federações regionais sobre a posição da grande imprensa, é algo que nos chama muito a atenção, está parecendo que todos concordam que a população fique alijada das informações que as afetarão logo ali na frente, e que tudo possa permanecer assim como está, os gigantes colhendo enquanto os aspirantes a grandes encolhem, em um Brasil cada vez mais desindustrializado com a população dependendo cada vez mais do Estado brasileiro para sobreviver.
Aqui vale o ditado, "o último à sair que feche a porta". O vestuário gaúcho está bem próximo dessa linha, os pequenos exportadores que corram antes de tomarem prejuízos. FICA O ALERTA.




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