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Geração Z está com mais de 50% sem trabalho, dependentes

dos pais e tendo filhos.


Nada disso começou agora, vem lá da década de 1970, quando alguns pais viajavam ao exterior e trouxeram a ideia que o futuro no mundo seria dos computadores. Todos deveriam estudar computação, programação, etc..., era uma febre de cursos com o TK90 ligados na TV para iniciar as leituras sobre programação. Havia cursos dia e noite por todas as capitais brasileiras e para todos os gostos.


Passou as décadas, a informatização chegou, veio os computadores pessoais, os celulares, os smartphone, as smarth tv e agora a festa dos auto atendimentos e as IAs, ou seja, fim dos postos de trabalho de entrada. Soma-se a tudo isso, uma ampliação enorme dos custos de contratação com direitos redundantes. Chegamos aos dias de hoje.


A primeira falha veio quando permitimos que os professores assumissem o papel dos pais, o segundo foi permitir que os professores e diretores de escola defendessem o fim das aulas de EMC e OSPB (Educação Moral e Cívica e Organização Social e Politica Brasileira), em terceiro vem a aceitação dos pais da ideia dada pelos professores, diretores e psicólogos que pediram a elevação da idade mínima para o trabalho de base, logo em seguida a presença de professores ideologos em sala de aula que retiraram toda a base de educação para reescrever o ensino fundamental. Chegamos aos anos 2000 com essas politicas que entregam os jovens de 14 anos para aviãozinho do tráfico, auxiliares de punguistas, criação do Conselho Tutelar para enquadrar os pais e retirar o pátrio poder familiar. Chegando hoje 2026, vendo um vídeo viralizado de um jovem de 24 anos, processar a própria mãe que se recusa a pagar suas despesas e descobre que ao completar 25 anos, a mãe não precisa mais sustentá-lo além do alimento, com ele chorando nas redes sociais com isso.


O problema é originário, como uma empresa hoje contratará um jovem que não faz as quatro operações básicas de matemáticas sem o celular ou computador, ou não escreve corretamente o português? Ou ainda pronuncia "seje, memo, tenque, andemo ou fumo" como se fosse correto, ou coloca em uma frase 5x a palavra "tipo". Como contratar? Não tem como!


A primeira ocorrência é que ele vem para realidade do trabalho e não se adapta, segundo que quer ser promovido ou mandar em alguém sem ao menos ter aprendido a primeira função, segue que ele quer aumento porque o plano de internet para ele jogar ou acessar mais as redes sociais durante o expediente é mais caro do que ele pode pagar. Culmina com pedido de folgas ou apresentação de 60 atestados médicos em um ano. Outro ponto é que ele não conhece o significado da palavra "produtividade", ou ainda não consegue interagir com colegas mais velhos por falta de atenção nas aulas de história ou geografia no ensino fundamental.


Chegamos neste ano com pessoas formadas em História, depois de 8 anos de Universidade Federal (Curso de 4 anos), que formado sai totalmente militante, nunca trabalhou, se elege Vereador de capital, não completou seu mandato e se candidatou a Deputado Estadual. No seu primeiro mês de trabalho, apresenta uma proposta de mudar o Hino do seu estado porque ele o considera racista. Não esqueçamos que ele se formou em História. Sua plataforma de vida como politico é a manutenção e ampliação das cotas, não apenas no ensino, ou seja ele defende a discriminação da população pela sua cor de pele e não por méritos. Se em algum momento esse jovem não conseguir seguir na politica, ele dará aulas de História em alguma escola pública, e formará as próximas gerações. É a escrita de Gramsci acontecendo no século XXI.


Hoje, várias entidades representativa de setores, oferecem cursos de formação gratuitas, mas em sua maioria é preenchido por cidadãos que já trabalharam, possuem mais de 30 anos, buscam uma mudança desse perfil, e em sua maioria já possuem a responsabilidades com a criação de uma criança.


É urgente que se restabeleça as métricas originais do ensino de 1970/80, como em países desenvolvidos, com cumprimento de carga horária presencial, avaliação bimestral, notas mínimas acima de 8,5 para português e matemática, 7,0 para as demais matérias do ensino fundamental, ampliar as exigências de conteúdo atualizado no Ensino Médio e claro, repetência do ano caso não atinja o conhecimento necessário. Faculdades de Engenharia e Medicina, não poderiam graduar com notas abaixo de 9,5. A narrativa eleitoral que diplomas abrem as portas para o trabalho, já não valem há muito tempo, é necessário além do diploma ter conteúdo prático de base, e ele só vem dos 14 aos 20 anos. Capturar os alunos com ótimas notas no Fundamental e Médio, concedendo bolsas de estudo junto as Faculdades, é o melhor caminho para um país com alta produtividade, livre de custos redundantes (como seguro desemprego e FGTS), e naturalmente eliminará as políticas assistencialistas eleitoreiras, geradoras de inflação, endividamento, propiciando assim um crescimento do desenvolvimento humano pelo trabalho.


Encontramos dois vídeos com uma pesquisa bastante interessante sobre os "empregos de entrada e geração Z não trabalha", que recomendamos para relembrar os mais velhos e estimular os mais jovens.



DESENVOLVENDO AS INDÚSTRIAS DE MODA E VESTUÁRIO DO RS
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