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Sindicato das Indústrias do Vestuário do Estado do Rio Grande do Sul
Sindicato das Indústrias do Vestuário do Estado do Rio Grande do Sul


No momento que estamos trabalhando arduamente para defender pautas que desenvolvam as indústrias do vestuário nos próximos governos, o Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, edita e pública a Medida Provisória 1357 junto com Portaria 1342 do MF, que golpeia o setor manufatureiro altamente empregador do RS e Brasil, com a retirada da Tarifa de 20% das compras pelo Programa Remessa Conforme (PRC), conhecido como Taxa das Blusinhas, que trás produtos vendidos por plataformas digitais majoritariamente chinesas.


É uma traição aos gaúchos e brasileiros que votaram em 2022 para eleger um presidente que desenvolvesse as pessoas e o país como um todo, recebe agora, uma proposta de submissão industrial e investe em trabalho e renda na Ásia, em maior quantidade na China.


Sim traição, pois é de amplo conhecimento do presidente que a China foi desmascarada pelo Secretário Robinson Barreirinhas, da Receita Federal do Brasil, ao mostrar fraude e burla à legislação do nosso país, com um único cidadão chinês enviando 16 milhões de pacotinhos pelos correios ao Brasil em um ano.


Os asiáticos, principalmente a China e suas plataformas, enviam as roupas sem nenhum imposto ou custo trabalhista para o Brasil, porém as empresas brasileiras que produzem vestuário, possuem um carga de tributos na cadêia têxtil e vestuário da ordem de 82% a 85%, variando devido aos estados produtores. Quando chega ao país, no últimos anos, tinha acrescido 20% + 17% ou 20% de ICMS variando de estado, e ainda muito longe da carga paga pelas empresas brasileiras.


Um governo que busca igualdade de condições, faz alarde de soberania e reciprocidade, que cria o Programa Remessa Conforme (PRC) para tornar transparente e clara as distorções tributárias entre os modelos de comércio, sabe da burla na legislação, ainda assim desonera o produto estrangeiro e penaliza o trabalho e renda dos brasileiros.


O SIVERGS e as indústrias do vestuário do RS, esperam que o Presidente perceba o equívoco que cometeu, revogue imediatamente ambas as medidas, e se possível, amplie a taxa do PRC para 40%, permitindo a ampliação do emprego formal e distribuição de renda por todo país, ou também como sugestão que desonere os produtos das indústrias brasileiras no valor de até R$ 250,00, pois assim estará de fato, buscando a isonomia tributária e permitindo a livre concorrência, além de cumprir também com seu projeto partidário de desenvolver as pessoas e dar maior dignidade à população gaúcha e brasileira.


Defendendo as Indústrias do Vestuário do RS e do Brasil
Defendendo as Indústrias do Vestuário do RS e do Brasil



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Img.: SIVERGS_ARQ_042026
Img.: SIVERGS_ARQ_042026

CLAREZA DE EMPRESÁRIO SÉRIO, PRES. DA FIESP PALESTRA NO INDx

FIERGS E ARRANCA APLAUSOS EFUSIVOS.


O presidente da FIESP Paulo Skaff, palestrou na reunião almoço do dia 14/04, no INDx FIERGS, a palestra abordou os temas industriais que mais prejudicam o desenvolvimento da indústria brasileira.


Skaff não poupou nada ou ninguém, foi direto ao ponto, juros altos é pelos gastos descomunais do governo central, falta de diesel é por conta das inúmeras roubalheiras nos projetos de refinarias intermináveis que o país tem, a insegurança jurídica é pelos grupos que tomaram os poderes e que agora possuem dificuldades de corrigirem os caminhos. Ou seja, foi claro e objetivo, como todo bom empresário deve ser.


"O Brasil é um país muito rico, tem de tudo e tem tudo para ser um gigante", afirmou ele, "o que falta é um ensino que permita toda a população entender e crescer". Nesse ponto veio a primeira interrupção com fortes aplausos.


O encantamento maior veio com a lembrança de inflação a mais de 80% a.m. e o forte trabalho da indústria para superar todos os planos que vieram, até que ela foi finalmente controlada com o Plano Real. Por óbvio, viriam as reformas necessárias. Foi aí que entrou as manobras de governos, do Congresso e nos últimos anos do STF, que não realizou pensando no país e no seu desenvolvimento. Skaff lembrou que o Brasil planejou uma estatal para um trem de alta velocidade entre Rio e SP, na mesma época a China estava pensando em fazer um trem de alta entre Pequim-Tjanjim. A China já inaugurou 50.000Km de Trens de Alta Velocidade e o Brasil está apenas com a estatal ETAV e cheia de amigos.


O ponto máximo chegou quando Skaff disse que não podemos aceitar aumento de impostos com a Reforma Tributária que está em fase de implantação, "a alíquota total ninguém sabe ainda e quando será divulgada pelo TCU e, se houver aumento, todos nós temos que combater e sermos contra", nesse momento houve a interrupção da fala com aplausos efusivos levando as mais 250 pessoas presentes demonstrar que a indústria gaúcha concorda com redução e não aumento de alíquotas e carga tributária.


O SIVERGS esteve presente ao INDx, em momento anterior à reunião almoço, nosso Vice Presidente Rogério Bértoli entregou a Paulo Skaff uma pauta com 5 itens de importância para o setor de Vestuário do RS e acreditamos que do Brasil, para que possa ser trabalhado e defendido junto com as demais entidades nacionais do setor, perante o Congresso Nacional, medidas que melhoram o ambiente de competitividade frente ao avanço massivo perpetrado pelas plataformas de e-commerces internacionais, assim como a ampliação gradativa dos produtos nacionais diante das redes de varejo e comércios locais. Na mesma proposta, mostra que qualquer das ações apontadas, geram aumento de contratações e a consequente distribuição de renda pelo trabalho das pessoas. É um circulo virtuoso de crescimento econômico do Vestuário brasileiro como um todo.



Apoiando a Industria do Vestuário do RS e do Brasil
Apoiando a Industria do Vestuário do RS e do Brasil

 
 
 
Img: SEDEC_RS
Img: SEDEC_RS

Novo secretário do Desenvolvimento do RS, Leandro Evaldt, recebe a

Presidente do SIVERGS Julianna Fraccaro na manhã de 06/05/2026.


Em agenda marcada as pressas devido à viagem internacional do secretário, o SIVERGS compareceu para defender as pautas já apresentadas no final de 2025, que tem por objetivo impulsionar o setor da Indústria do Vestuário no RS.


Na ocasião, o secretário Leandro Evaldt, demonstrou total conhecimento das solicitações do setor apresentadas ao Diretor Geral na outra oportunidade, e que está com sua equipe, dedicada a atender o que for possível.


Durante o encontro, equipe da SEDEC era composta por Eduardo Pezzuol, setor de Projetos, Rodrigo Selaimen, DPCI- Dpto. Promoção Comercial e Assuntos Internacionais. Afinados com os temas do setor, a presença de Selaimen focava no pedido de apoio à Missão Internacional que o SIVERGS está estruturando. Já Pezzuol, da equipe do Diretor Pozzi, estava bastante a vontade para debater os demais temas solicitados pelo SIVERGS, que vai desde apoio a comercialização interna, desalinhamento com os estados de SC e PR, que tem prejudicado as indústrias gaúchas, passando pelo Remessa Conforme (Tx. Blusinhas) e Uniformes Escolares, tema que parece estar incomodando o governo gaúcho.


Fraccaro focou nas questões de eventos e na missão internacional, esclarecendo que a presença do governo gaúcho nesses eventos, trariam visibilidade ao setor, ao governo gaúcho que demonstraria preocupação com um setor altamente empregador. Já Rogério Bértoli, SIVERGS, focou no abandono dos últimos 2 anos do apoio da DPCI, esclareceu alguns caminhos tomados que julgou pertinente para que o RS decaísse 92% no número de postos no setor de Confecções, passando de 238 mil (2008) para 23 mil em 2025, relembrando de algumas histórias de sucesso para a equipe de Evaldt. A mais significativa ficou por conta da defesa de uma cota de importação de produtos do vestuário acabados, assim como outros setores tem, ajudaria as indústrias gaúchas e brasileiras, na ampliação de suas produções e consequente contratação de pessoas, gerando um fluxo virtuoso de consumo e mais contratações.


O secretário foi bastante sensível, e apoiará seu grupo para encontro de soluções que possam não apenas dar um crescimento vegetativo ao setor, mas que possa impulsionar a cadeia da moda como um todo, voltando a se desenvolver com mais força no RS.


Apoiando e defendendo a indústria gaúcha da moda.
Apoiando e defendendo a indústria gaúcha da moda.

 
 
 
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