EXCELENTE OPORTUNIDADE DE INGRESSO AO MERCADO DE TRABALHO.
SIVERGS e SENAI Moda e Design, abrem inscrições para o Curso Básico de Costureiro Industrial 160h, com a proposta de formar mais 15 alunos em 2025 para o mercado de trabalho na região norte Porto Alegre e Metropolitana.
O convênio visa atender as necessidades das empresas da Região de Porto Alegre RS, com formação básica no setor de Vestuário, e para isso abre 15 vagas , em turno único à tarde. visando atender juntamente Gravataí, Cachoeirinha além de Porto Alegre Norte.
O curso inicia em 30/09/2025 com término em 26/11/2025, na sede do SENAI Moda, na Av. Assis Brasil, 8450, em frente a FIERGS, no Instituto SENAI de TECNOLOGIAS. Com amplo local e conhecido da população de toda a região, o espaço SENAI Moda possui sala de aula completa com máquinas novas, ampla iluminação, sala climatizada e todo o material necessário para a realização do Curso, que é totalmente gratuito aos alunos.
É uma oportunidade de conquistar uma qualificação profissional e uma profissão com Certificação do SENAI, o mercado do Vestuário está aquecido e necessitando de novos profissionais qualificados.
NÃO PERCA ESSA OPORTUNIDADE ÚNICA DESTE ANO.
VEJA O PERFIL COMPLETO E VENHA FAZER PARTE DA INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO DO RS.
Sem a presença dos convidados do Executivo, Comissão de Educação da ALERGS
cancela Audiência Pública e protela resolução de interesse do setor gaúcho.
Programada para hoje, 12 de agosto de 2025 com os interessados do setor prontos para participar, recebemos com surpresa o "Cancelamento da Audiência" poucas horas antes do evento. O Governo do RS não encaminha os convites da ALERGS para a presença do Secretário Desenvolvimento Ernani Pólo e da Secretária Raquel Teixeira da Educação.
Desde outubro 2024, procuramos as autoridades gaúchas sobre o projeto dos Uniformes Escolares, sempre demonstrando interesse na construção de um plano de atendimento dentro do RS para essa demanda, porém os representantes tem ficado à margem, apesar dos apontamentos entregues diretamente ao governador Eduardo Leite.
Apesar da catástrofe das enchentes de 2024 no RS, que afetou um grande número de micro e pequenas empresas do setor por todo o vale do Jacuí e região Metropolitana, as Confecções gaúchas recolheram R$ 168 milhões em ICMS para o estado no ano passado, e receberam neste ano ZERO de investimento. Isso mesmo ZERO investimento, nem mesmo o apoio à feira de comercialização fora do RS o setor recebeu, esse era único evento que possuía apoio do estado e sempre trouxe de 19 à 27 vezes o valor investido pelo estado, em vendas efetivas sem contar as vendas futuras. Vamos além, é por questões como essa que empresas do vestuário estão deixando o RS, pois, além de ser mais caro produzir aqui, esse tipo de atitude não acontece no estado vizinho, por exemplo.
Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Vestuário do Alto Uruguai, Guilherme Basso, que buscou a ALERGS pela demora do Executivo, disse: "foi uma falta de respeito com a indústria gaúcha, já sabíamos que a secretária de educação não apareceria, mas mandaria um representante como sempre, porém ninguém isso é inadmissível. Atendíamos mais de 20 escolas estaduais aqui na região e nosso prejuízo neste ano é enorme". Já para o Vice-Presidente do SIVERGS, Rogério Bértoli, que esteve na primeira reunião da Comissão de Educação sobre o tema, em 15/07/2025, afirmou: "agora temos certeza que é o Executivo que não possui interesse em investir quase R$ 400 milhões no RS, mandar para outros estados e países os recursos públicos dos gaúchos, sem a entrega coerente, considerando o enorme e inadequado atraso nas entregas dos uniformes e da baixa qualidade apontada pelos pais. A perda de quase 200 mil postos de trabalho nos últimos 20 anos, não significou nada para os governantes, nós já mostramos tudo isso mais de uma vez, e não somos sequer lembrados". Hoje o setor possui 23 mil postos diretos e aproximadamente 40 mil indiretos.
O trabalho desenvolvido pelo SIVERGS e SINDVEST-AU, com apoio das demais entidades, resultou em uma aprovação unânime pelos deputados presentes na Comissão de Educação em 15/07, a aprovação do convite ao Executivo, era apenas para responder as perguntas dos representantes do setor, dos deputados e colaborar para uma resolução que pudesse incluir o setor industrial no processo, melhorando a qualidade dos produtos a serem adquiridos, a confiabilidade no tempo de produção, colaborar com respostas aos problemas enfrentados pelos responsáveis na aquisição, e trazer benefícios aos trabalhadores que esse setor representa.
A sociedade precisa compreender que o crescente atendimento social à população, pelo Governo do Estado RS, é necessário justamente por falta de investimento nos setores que geram postos de trabalho, que acaba fortalecendo esse círculo vicioso, além da nossa capacidade de atração de futuros investimentos em solo gaúcho, também é afetada, impactando diretamente no desenvolvimento econômico do RS.
Atitudes do governo brasileiro e da Suprema Corte, tendem a contaminar ainda mais a economia, sem embaixadores dos EUA e Israel amplia as divergências e nos alinha com países avessos aos direitos humanos, afetando ainda mais os negócios.
Enquanto presidentes das federações de industrias do PR, SC e RS se debatem com com as tarifas impostas pelos presidente americano, o presidente Lula dá de ombros, mantém o front e movimenta a sua politica interna em busca da reeleição. O mandatário brasileiro fica bradando que Trump é fascista e louco e que o ex-presidente é culpado de tudo de ruim que ocorre no país, enquanto as empresas na sua vida real, começam a trabalhar em "o que fazer com suas exportações".
Recentemente matéria de sobre um grande produtor de mel no RS, estava com toda sua carga no porto de Rio Grande para embarque, com a notícia de que chegaria aos EUA após o 1º de agosto, data do início da tarifação, a primeira visão do empresário é que não tem como embarcar sem um acerto antecipado com o comprador americano sobre as novas tarifas, e por óbvio, o produtor gaúcho ficaria em posição desigual par essa negociação, sendo que o navio já está no porto.
Presidente brasileiro dá gargalhadas, baixa o ovo e irá conquistar o capital eleitoral.
É aí que nosso mandatário começa a gargalhar. Com suas tradicionais bravatas ele conquistará as mentes e corações da população assim que os produtores não conseguirem negociar rápido e embarcar as cargas, ficando com toda essa mercadoria em solo, se obrigando a distribuir aqui no país os produtos. O caso mais latente é os ovos, que subiram muito devido as exportações para os EUA e que agora pode não sair das granjas. A tarifação já gerou estabilidade e inicio da queda nos preços do produto em feiras e compras pelos atacadistas, com mais ofertas internas, a demanda reagirá para equilibrar o preço mas certamente primeiro haverá uma redução significativa.
Enquanto isso, a imprensa ávida por notas e cheia de gasolina para incendiar o parquinho, deturpa as informações sobre as tarifas do governo americano, que basta ler o ofício publicado pela CNN, escancara que o objetivo do governo americano é a correção dos desmandos contra os Direitos Humanos, que o Brasil é signatário, e das liberdades que o país desfrutava até poucos anos.
Imprensa brasileira, omite embate Geisel e Carter 1977/78 por Direitos Humanos.
Isso já aconteceu enquanto o presidente Lula era apenas um champista e sindicalista. No fim da década de 1970, o então presidente Geisel e seu colega Jimmy Carter, realizaram aberturas diplomáticas rápidas e de encontros para restaurar e ampliar as liberdades no Brasil, algo que o atual presidente brasileiro desfrutava à época enquanto seus comparsas revolucionários eram perseguidos. Hoje isso está mais complicado, mesmo que o motivo seja praticamente o mesmo, o presidente Lula não aceita um novo embaixador de Israel assim como não faz questão do retorno do embaixador dos EUA ao Brasil, ficando tudo nos ombros da competentíssima embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, que recebeu um "agora é tarde" do Secretário de Estado Americano, demonstrando que lado o governo brasileiro busca se alinhar está sendo observado pelo governo americano e agora por toda a Europa.
Esse imbróglio está longe de solução, pois a conquista de um novo mandado é o mais importante que qualquer coisa e utilizar o mesmo dedo na balança de 2022 pelo STF, não seria suficiente, precisaria ser a mão toda, essa postura dos interlocutores do governo brasileiro, trará equilíbrio nas pesquisas negativas que o presidente estava colhendo, inclusive de seus próprios eleitores.
A largada eleitoral começou bem antes do imaginado, mas agora, os demais concorrentes poderão ficar atrás e a economia do país totalmente desequilibrada, como nosso povo quer saber se o ovo, o leite, o pão e o arroz com feijão estão na mesa, a conversa de economia e a renda circulante não importa.
Não sejamos ingênuos, o RS é o terceiro maior exportador do Brasil em peças do vestuário, com US$ 33,3 milhões/(2024), crescendo 10,3% a.a. em vestuário para mulheres sobre 2023, sendo que os Estados Unidos ocupam a quarta posição com 5,5% do total exportado, e sua principal saída é pelo aeroporto de Guarulhos SP.
Fonte: SECEX/MDIC e UEE/FIERGS - Banco Dados SIVERGS.
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