- sivergs

- 24 de mai.
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Atualizado: 3 de jun.

Agora foi a DASS, gigante brasileira fabricante de marcas Fila, Umbro, New Balance
à expandir o vestuário porém no Paraguay.
Eu jurava que era Fake News, mas se tratando de Brasil com governo anticapitalista e inimigo declarado dos empreendimentos que criam postos de trabalho, fui traído pelo meu pensamento. É FALSO mesmo.
Dass gigante de materiais esportivos, com sede em Ivoti RS, fabricante dos Uniformes do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, além de muitos outros, precisou de uma expansão de sua fábrica de uniformes, foi para prancheta e claro, no Brasil não dá. São muitos encargos trabalhistas, tribunais mudando de ideia todos os dias, regras que valem hoje mas no fórum já não é a mesma, impostos, impostos e mais impostos.
Não tiveram dúvidas, fizeram as malas, colocaram US$ 40 milhões dentro, criaram a DassTex e desembarcaram no Paraguai, irão investir lá, economizar milhões em impostos, gerarão milhões de impostos no país vizinho, enviará seus uniformes para o Brasil com uma carga mínima (acordo Mercosul e Lei da Maquila), obterá os lucros que não consegue por aqui, e ainda gerará inicialmente 600 postos de trabalho por lá. O acordo com a Texcin não deixa dúvidas, é para crescer muito no futuro, o negócio não ficará em 600 postos.
O Brasil não precisa de 600 postos de trabalho, ele tem o Bolsa Família para sustentar miserávelmente as pessoas, mantê-las dependente de programas sociais e garantir uma cadeira para um mundo de servidores públicos.
Qualquer cidade brasileira gostaria de ter um investimento dessa monta, aqui no RS por exemplo, temos a expansão da CRISDU, que investiu em Camaquã RS, está com uma pequena fábrica com 50 postos e já está buscando espaço para ampliar para 200 postos de trabalho na localidade.
Podemos citar uma mais importante ainda. Com um investimento de R$ 27 bilhões, isso mesmo bilhões, a multinacional CMPC escolheu Barra do Ribeiro RS para sua segunda planta no RS, mas que não se move pois há um juiz burocrata que trancou o licenciamento da empresa porque precisamos consultar os índios de Raposa Serra do Sol RR (irônico), para poder liberar o andamento do processo (um plebiscito seria mais rápido e efetivo).
É por motivos assim que o RS jamais crescerá, quando um partido político não conquista mais as pessoas, entra na justiça com qualquer invenção e ganha uma liminar, emperrando o processo sob alegação de proteger minorias. Ora o que o índio de Viamão tem com uma planta em Barra do Ribeiro? Tirando todos os argumentos pífios, sobra apenas uma palavra, dinheiro, muito dinheiro.
É isso que ocorre no vestuário gaúcho, tínhamos uma média empresa de jeans em Alvorada RS, com uma lavanderia moderna, grande, que prestava serviços a si mesma e à outras empresas menores, totalmente licenciada (lê-se cada licença a peso de ouro), com estação de tratamento de efluentes no pátio, sempre em dia, mas que na chegada de Eduardo Leite em 2019, gerou uma ação "politico burocrata" e renovou o 1% do ICMS no RS, inviabilizando a permanência da empresa. Trata-se da ISO Jeans, foi embora para Toritama PE sem olhar para trás, deixando várias pequenas confecções de jeans órfãs da lavagem, gerando um custo maior para lavagens especiais, algumas empresas enviando para SC. Olha só SC de novo. Como vencer se temos dois governos que olham apenas para trás, Leite com seus 58 pedágios para encarecer o frete no RS, e Lula com sua ânsia de arrecadar mais sem gerar postos de trabalho, além de primar por produtos asiáticos (principalmente China), na compra de vestuário.
Como dizia Jô Soares em Viva o Gordo, "Não dá para competir".
Nota da Dass sobre as notícias falsas estão no rodapé.





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