top of page

Atualizado: 17 de jul.

Img arq SIVERGS_072026


Nova corrida para embarque não é mais suposição, nosso alerta agora é real.


A pouco mais de um mês, o SIVERGS alertou ao setor Têxtil e Vestuário do RS que as cartas estavam na mesa e dependeria dos negociadores brasileiros se o setor entraria na mira ou não. (Veja AQUI em 10/06/2026)


Pois bem, com data marcada em 15/07/2026 Trump cumpre com seu propósito e dá um basta a enrolação de mais de um ano do presidente brasileiro, aplica taxa de 25% nas exportações brasileiras para os EUA, e têxtil, vestuário e calçados estão na lista.


O que já se sabe é que os EUA não querem mais brincar de bobinho com o Brasil, agora exigem que seja de forma séria. Isso está tão claro que o Gov BR já baixou norma para aumento do etanol na gasolina muito acima do permitido, 32%, reforçando que tudo aquilo que apontamos em 06/2026 está se concretizando..


Com o anúncio de Trump essa semana, as coisas agora engrossaram, "Como controlamos mais de 50% do petróleo do mundo, não precisamos de vocês para nada". Trump se referia ao petróleo da Venezuela após o bode que ele mesmo colocou na sala do mundo todo para negociar melhor suas demandas. É o velho Trump de sempre, mostrando que não vai mais brincar com ninguém. Ele deixa claro que os EUA não serão mais ludibriados, algo que o Brasil vem fazendo de mansinho há anos. Vale aqui relembrar, que Trump cumpriu tudo que disse até agora, por meios tortos, mas cumpriu. A União Europeia já gasta mais que 2% do seu PIB em defesa (e Trump vendendo), alguns países como Alemanha, ativaram sua economia com contratos que ultrapassam os 5% do PIB na defesa, outro item é o ingresso de cocaína nos EUA, caíram temporariamente, mas Trump continua firme no propósito, a Colômbia é o alvo nessa questão. Na energia, Trump praticamente assumiu o controle sobre a maior reserva de petróleo do mundo, a Venezuela, que com um processo de captura e libertação do país das garras da China, os EUA estão dando as cartas em todo o norte do continente sul-americano, leia-se junto com a Grã-Bretanha. O bode da semana, é o pedágio de 20% em Ormuz, que nada mais é do que colher um aumento no preço do barril de petróleo por algum tempo até que ele consiga algo e o mundo ajuste as coisas. Agora é a vez do Brasil, e todos estão de olho.


Nessa negociação com o Brasil, Trump está não apenas dizendo à todos que o ocidente retornará ao mundo livre, como assim deverá permanecer. Se o governo Lula insistir em abraçar a China, Irã, Rússia e Coréia do Norte, não restará a Trump outra alternativa e ampliar a taxa de produtos específicos em mais 12,5% (apenas 6 ítens grandes estão de fora das tarifas).

Ações que a imprensa geral não divulga mas que o governo vem baixando em silêncio, como o Decreto nº 12.499/2025 taxa 5% de IOF sobre aplicações em previdência privada de montante médio/alto, é um recado claro que Lula não retrocederá no seu caminho de secar ainda mais o bolso da população e nivelar todos por baixo. Resta saber os próximos passo do governo brasileiro.


Agora com a confirmação da tarifa de 25%, cabe aos setores que foram atingidos deixar de lado o "vamos aguardar, cozinhar e ver", e partir para cima do governo brasileiro, iniciar logo o processo de retorno da Constituição Federal de 1988, respeitar as liberdades individuais lá colocadas, os acordos comerciais e os internacionais, principalmente os de Direitos Humanos, parar com a narrativa do PIX, demitir Celso Amorim e Mauro Vieira do Itamaraty incorporando uma equipe comprometida com o comércio internacional brasileiro e não com ideologias. São quase 4 mil produtos brasileiros que estão nesse rol e isso representa muito para nosso país. Tentar enganar Trump com "libera a sanção do ministro" e "vamos comer jabuticaba", não convence e destrói o principal investidor brasileiro. é preciso tomar a iniciativa de resolver as pendências, com mais de ano, junto ao governo americano, porque a conversa agora ficou muito séria.


O silêncio das Confederações de Comércio e Indústria brasileiros, bem como das Federações regionais sobre a posição da grande imprensa e do próprio governo brasileiro, é algo que nos chama muito a atenção, está parecendo que todos concordam que a população fique alijada das informações que as afetarão logo ali na frente, e que tudo possa permanecer assim como está, os gigantes colhendo enquanto os aspirantes a grandes encolhem, em um Brasil cada vez mais desindustrializado com a população dependendo cada vez mais do Estado brasileiro para sobreviver. Agora quem manterá os empregos nos grandes?


Agora vale o ditado, "o último à sair que feche a porta". O vestuário gaúcho está bem próximo dessa linha, os pequenos exportadores que corram com os embarques até 22/07 antes de tomarem prejuízos. FICA O ALERTA.



APOIANDO A INDÚSTRIA GAÚCHA DE MODA E VESTUÁRIO.
APOIANDO A INDÚSTRIA GAÚCHA DE MODA E VESTUÁRIO.

 
 
 

Comentários


bottom of page