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18 de ago.
3 min de leitura

Atualizado: 25 de ago.

Img. Arq. SIVERGS_2026
Img. Arq. SIVERGS_2026

Movimentação forte em Brasília sobre o tema, incluí articulação pessoal do Pres. Lula para aprovar a MP que massacra a indústria de vestuário nacional.


Com prazo se esgotando e no meio da Campanha Eleitoral, o presidente Luís Inácio Lula da Silva entra no movimento de Brasília para aprovação da MP 1.357/2026, que dá mais um passo em direção do populismo eleitoral, nota do SIVERGS 13/05/2026, e leva junto a derrocada de um setor altamente empregador no Brasil, para beneficiar seu parceiro o presidente Xi Jinping e captar votos da população de renda mais baixa.


Como não fez seu dever de casa nos últimos 3,5 anos, o presidente precisa de algo importante para manter ativo os votos dessa massa de consumidores, que estão longe do Comércio Varejista de Vestuário e Calçados brasileiro, devido à enorme carga tributária existente na cadeia de produção nacional, dever esse, que era justamente impulsionar a indústria do país e fortificar os comércios nos 5.570 municípios brasileiros, levando produtos baratos até R$ 250,00 ou US 50. Essa MP virou uma política nefasta que demonstra sua firme intenção de desmontar a indústria nacional a ampliar o número da população dependente de AUXILIO SOCIAL (Bolsa Família), afinal é um setor com 1,34 milhão de trabalhos formais ¹ , se incluir os indiretos, chegamos à 8 milhões de pessoas, trabalhadores esses, que contribuem para a Previdência, o INSS, o IR e muitos outros impostos em cadeia.


Enquanto isso, as plataformas chinesas estão isentas de tudo, até o limite de R$ 250,00, ou seja, os produtos brasileiros são caros porque o governo não concede o mesmo benefício aqui e ainda gera postos de trabalho e distribuição de renda lá nos países asiáticos.


É HORA DE AÇÃO DE TODO O SETOR TÊXTIL E VESTUÁRIO


Unir os setores produtivos básicos em torno de um discurso claro é justamente o que o governo não deseja, levaria um esclarecimento a população justamente dessas ações que encarecem o produto interno. Um exemplo claro disso é quando uma entrevista ocorre sobre um tema como "tributação sobre o PRC - Programa Remessa Conforme" a imprensa finge não saber exatamente do que se trata, não desmistifica para a população sobre como esses tributos são realizados em cadeia com oneração cumulativa. Cabe a nós dos setores produtivos esse esclarecimento, como o caso aqui no RS, a entrevista da Secretária de Fazenda Priscila Santana, no Gaúcha Atualidades, em que a apresentadora Andressa Xavier, fez uma excelente pergunta à secretária e recebeu uma resposta totalmente infundada e não houve uma correção pela apresentadora. Precisou o SIVERGS gerar a resposta adequada e levar ao ar dias depois.

Temos que dar continuidade da proposta feita pelo ex-presidente da FIERGS Gilberto Petry, durante abertura do RS Moda 2023, "que todos os produtos das empresas brasileiras também fossem isentos até o valor de US 50 ou R$ 250,00". Essa fala deveria estar presente no âmago das declarações de todos os presidentes de entidades produtivas ou de comércio demonstrando uma união com igualdade de condições.


Neste momento, Fernando Pimentel da Abit é uma voz solitária em defesa desse setor, da menor até a maior empresa precisam ligar ou enviar e-mail diretamente ao Congresso Nacional pressionando pela derrubada da MP 1.357/2026 ou sua extinção, exigindo igualdade de condições com os concorrentes de Plataformas Chinesas, seja na isenção até R$ 250,00, seja na aplicação dos 60% de Imposto de Importação de Produtos acabados vindos pelo PRC.


ASSIM QUE A COMISSÃO FOR INSTALADA, O SIVERGS INFORMARÁ O E-MAIL DOS CONGRESSISTAS QUE APRESCIARÃO A MP 1.357/2026 PARA QUE TODOS POSSAM ENVIAR SUAS SOLICITAÇÕES DE REJEIÇÃO.


DEFENDENDO A INDÚSTRIA DE MODA E VESTUÁRIO GAÚCHO
DEFENDENDO A INDÚSTRIA DE MODA E VESTUÁRIO GAÚCHO

 
 
 

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